Mês: maio 2021

Indígenas à mercê do crime no Pará

Apesar da escalada de violência e de seguidos alertas do Ministério Público, foi apenas depois de determinação do Supremo que a PF realizou, na semana passada, uma operação em terras dos Munduruku no Alto Tapajós. Garimpeiros ilegais, ao que tudo indica previamente informados, confrontaram os agentes. Neste episódio, você ouve o pedido de socorro de …

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Caneca de Mamicas 04 – Escreveu, mãe leu, o pau comeu

Neste podcast: Me chama que eu vou! Pois bem, tem leitura de e-mails do programa Diários da adolescência, vai ter muita saudade daquele tempo e vergonha alheia com as mamães leitoras de diários. ARTE DA VITRINE: Bianca Nazari Versão Wallpaper da Vitrine BABYROOTS link: Baby Roots insta: @babyrootss INSTAGRAM Andreia Pazos – deiaduboc Agatha Ottoni …

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Nelson Sargento & Futebol

Infelizmente o Brasil perdeu Nelson Sargento para a Covid-19, e os comentaristas da nossa aglomeração lembraram do sambista, que era vascaíno. Camila Carelli citou a canção ‘Casaca Casaca’, na qual Sargento lembrava do seu time de coração e criticava o racismo. O professor Pasquale explicou as expressões usadas pelo sambista em ‘Idioma Esquisito’: ‘é genial! Faz uma salada, brinca com a língua e vai criando esse samba’.

Um viva à língua portuguesa

Como concordar os termos ‘viva’ ou ‘vivam’ na expressão ‘viva(m) as minorias’? Pasquale explica que ‘viva’ pode ter o sentido de interjeição, que significa apoio ou entusiasmo, ou se tornar uma palavra substantivada, no caso ‘viva a X’. No entanto, o professor destaca que, no uso popular, a palavra adotou as duas formas como padrão. ‘Fica a critério do freguês. Mas a quem não quer discussão, tem uma saída tipo leão da montanha: ‘um viva …”, brinca ele. Nesse caso, deverá ser usada uma preposição antes do substantivo.

A substituição do pretérito imperfeito pelo futuro do pretérito

Pasquale responde a dúvida de um ouvinte que mora em Portugal. Em um encontro com amigos, ao oferecer uma bebida, ele recebeu a resposta ‘eu gostava muito de um whisky’. ‘Esse tempo, que é o pretérito imperfeito do indicativo, ocorre na língua há séculos com o valor do futuro do pretérito’, explica o professor. Em Portugal, Pasquale destaca que isso é mais comum ainda.